Seven by Seven™

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Treinamento de Força

Treinamento de Força

Treinamento de Força

Como criar uma academia lucrativa sem depender de superlotação e ainda transformar presença (e não ausência) no motor do negócio e da marca? A Seven by Seven é uma academia premium de musculação criada por três irmãos que vivem treino de força na prática e carregam um padrão alto para equipamentos, rotina, organização e cultura. Eles decidiram construir o lugar onde eles mesmos gostariam de treinar: estrutura de ponta, respeito ao processo e um ambiente que sustenta constância.O contexto do mercado, porém, era o oposto. O setor de academias vinha sendo dominado por redes de escala, que transformaram treino em produto de massa: espaços superlotados, experiência desorganizada, excesso de ruído social (selfie, status, paquera) e pouca profundidade no que realmente importa: presença e evolução. Além disso, academias consolidadas de São Paulo ampliavam sua expansão e poderiam chegar a Belo Horizonte com marca forte, caixa e velocidade para capturar rapidamente o público mais exigente. Nesse cenário, “ser uma academia boa” não bastava. Era preciso criar uma proposta defensável, com diferenciação real, difícil de copiar e clara o suficiente para ocupar uma categoria própria.

Entrega

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Estratégia de Marca

Naming

Identidade Visual

Identidade Verbal

BrandMap™

Site ↗

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Equipe

Equipe

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Felipe Braga

Luciana Nascimento

Mateus Policarpo

Marcel Arthur

Felipe Braga

Luciana Nascimento

Mateus Policarpo

Marcel Arthur

Felipe Braga

Luciana Nascimento

Mateus Policarpo

Marcel Arthur

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Luciana Nascimento

Mateus Policarpo

Marcel Arthur

Antigo Visual

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Desafios
Desafios
Desafios
Desafios

Antes de contratar a Map, os sócios já tinham clareza de que o negócio precisava nascer diferente para não virar “mais uma academia premium” em um mercado prestes a receber players grandes. O que ainda não estava claro era qual seria a lógica estratégica capaz de blindar o negócio no longo prazo e sustentar a cultura desejada sem diluição.


  • Estratégico (blindagem competitiva): como criar uma proposta realmente defensável em Belo Horizonte, antecipando a chegada de redes consolidadas de São Paulo, sem competir no terreno comum de “estrutura bonita + preço alto”.

  • Cultural (coerência e convivência): como construir um ambiente onde iniciantes e atletas experientes convivem com respeito, sem intimidação, sem bagunça e sem ruído social.

  • Econômico (a tensão invisível que o processo revelou): ao desenhar uma experiência curada, com controle de capacidade e alto padrão, surgiu uma pergunta inevitável que o próprio mercado costuma evitar: como sustentar um modelo que não depende de lotação e ainda assim aumentar margem? Em vez de aceitar a lógica do setor (lucrar com a ausência), o projeto trouxe à tona a oportunidade de inverter o motor financeiro e transformar presença em vantagem competitiva.

Antes de contratar a Map, os sócios já tinham clareza de que o negócio precisava nascer diferente para não virar “mais uma academia premium” em um mercado prestes a receber players grandes. O que ainda não estava claro era qual seria a lógica estratégica capaz de blindar o negócio no longo prazo e sustentar a cultura desejada sem diluição.


  • Estratégico (blindagem competitiva): como criar uma proposta realmente defensável em Belo Horizonte, antecipando a chegada de redes consolidadas de São Paulo, sem competir no terreno comum de “estrutura bonita + preço alto”.

  • Cultural (coerência e convivência): como construir um ambiente onde iniciantes e atletas experientes convivem com respeito, sem intimidação, sem bagunça e sem ruído social.

  • Econômico (a tensão invisível que o processo revelou): ao desenhar uma experiência curada, com controle de capacidade e alto padrão, surgiu uma pergunta inevitável que o próprio mercado costuma evitar: como sustentar um modelo que não depende de lotação e ainda assim aumentar margem? Em vez de aceitar a lógica do setor (lucrar com a ausência), o projeto trouxe à tona a oportunidade de inverter o motor financeiro e transformar presença em vantagem competitiva.

Antes de contratar a Map, os sócios já tinham clareza de que o negócio precisava nascer diferente para não virar “mais uma academia premium” em um mercado prestes a receber players grandes. O que ainda não estava claro era qual seria a lógica estratégica capaz de blindar o negócio no longo prazo e sustentar a cultura desejada sem diluição.


  • Estratégico (blindagem competitiva): como criar uma proposta realmente defensável em Belo Horizonte, antecipando a chegada de redes consolidadas de São Paulo, sem competir no terreno comum de “estrutura bonita + preço alto”.

  • Cultural (coerência e convivência): como construir um ambiente onde iniciantes e atletas experientes convivem com respeito, sem intimidação, sem bagunça e sem ruído social.

  • Econômico (a tensão invisível que o processo revelou): ao desenhar uma experiência curada, com controle de capacidade e alto padrão, surgiu uma pergunta inevitável que o próprio mercado costuma evitar: como sustentar um modelo que não depende de lotação e ainda assim aumentar margem? Em vez de aceitar a lógica do setor (lucrar com a ausência), o projeto trouxe à tona a oportunidade de inverter o motor financeiro e transformar presença em vantagem competitiva.

Antes de contratar a Map, os sócios já tinham clareza de que o negócio precisava nascer diferente para não virar “mais uma academia premium” em um mercado prestes a receber players grandes. O que ainda não estava claro era qual seria a lógica estratégica capaz de blindar o negócio no longo prazo e sustentar a cultura desejada sem diluição.


  • Estratégico (blindagem competitiva): como criar uma proposta realmente defensável em Belo Horizonte, antecipando a chegada de redes consolidadas de São Paulo, sem competir no terreno comum de “estrutura bonita + preço alto”.

  • Cultural (coerência e convivência): como construir um ambiente onde iniciantes e atletas experientes convivem com respeito, sem intimidação, sem bagunça e sem ruído social.

  • Econômico (a tensão invisível que o processo revelou): ao desenhar uma experiência curada, com controle de capacidade e alto padrão, surgiu uma pergunta inevitável que o próprio mercado costuma evitar: como sustentar um modelo que não depende de lotação e ainda assim aumentar margem? Em vez de aceitar a lógica do setor (lucrar com a ausência), o projeto trouxe à tona a oportunidade de inverter o motor financeiro e transformar presença em vantagem competitiva.

Soluções
Soluções
Soluções

Usamos a metodologia de três etapas (Extração, Investigação e Lapidação) para transformar a Seven by Seven em uma marca com lógica própria, sustentada por estratégia, cultura e modelo.

Extração
Conduzimos um processo profundo com os fundadores para capturar o que era inegociável: repertório real de treino, acolhimento e a intenção de criar um refúgio de performance. O objetivo não era “parecer premium”, e sim sustentar uma experiência onde disciplina fosse acolhida pelo ambiente.

Investigação
A investigação trouxe à superfície o mecanismo central do setor: academias são desenhadas para lucrar com a desistência. Overselling de planos, superlotação como normalidade e uma experiência que não incentiva presença. Esse diagnóstico não apenas reforçou a necessidade de diferenciação, ele abriu espaço para a virada: e se presença fosse o motor do negócio?

Lapidação (posicionamento, sistema e expressão)
A partir disso, lapidamos uma solução em que marca e operação apontam para a mesma direção:

  • Posicionamento Único: a Seven by Seven deixa de disputar a categoria “academia premium” e passa a se definir como clube de performance consciente,a um refúgio para evoluir.

  • Mensagem Clara: presença, constância e respeito ao processo como ideia central, sem prometer atalhos nem vender hype.

  • Cultura Operacional: construção de mandamentos como regras do jogo para fundadores, equipe e alunos. Cultura vira infraestrutura (comportamento esperado, padrão de convivência e ritual diário).

  • Experiência projetada para constância: equipamentos de primeira linha (StarkStrong), horário estendido, controle de capacidade e um sistema de suporte (avaliação, nutrição, psicologia e app) que diminui fricção e aumenta permanência.

  • Modelo econômico invertido: o ponto crítico revelado na etapa de desafios virou solução: criamos um sistema em que quanto mais o aluno aparece, mais benefícios recebe (descontos, recovery, vantagens e produtos). Presença vira valor, e valor vira margem.

  • Ecossistema integrado de receitas: serviços e produtos que ampliam ticket e reforçam presença (como café, coworking, recovery e marca própria), reduzindo dependência da lógica “lotar para lucrar”.

Usamos a metodologia de três etapas (Extração, Investigação e Lapidação) para transformar a Seven by Seven em uma marca com lógica própria, sustentada por estratégia, cultura e modelo.

Extração
Conduzimos um processo profundo com os fundadores para capturar o que era inegociável: repertório real de treino, acolhimento e a intenção de criar um refúgio de performance. O objetivo não era “parecer premium”, e sim sustentar uma experiência onde disciplina fosse acolhida pelo ambiente.

Investigação
A investigação trouxe à superfície o mecanismo central do setor: academias são desenhadas para lucrar com a desistência. Overselling de planos, superlotação como normalidade e uma experiência que não incentiva presença. Esse diagnóstico não apenas reforçou a necessidade de diferenciação, ele abriu espaço para a virada: e se presença fosse o motor do negócio?

Lapidação (posicionamento, sistema e expressão)
A partir disso, lapidamos uma solução em que marca e operação apontam para a mesma direção:

  • Posicionamento Único: a Seven by Seven deixa de disputar a categoria “academia premium” e passa a se definir como clube de performance consciente,a um refúgio para evoluir.

  • Mensagem Clara: presença, constância e respeito ao processo como ideia central, sem prometer atalhos nem vender hype.

  • Cultura Operacional: construção de mandamentos como regras do jogo para fundadores, equipe e alunos. Cultura vira infraestrutura (comportamento esperado, padrão de convivência e ritual diário).

  • Experiência projetada para constância: equipamentos de primeira linha (StarkStrong), horário estendido, controle de capacidade e um sistema de suporte (avaliação, nutrição, psicologia e app) que diminui fricção e aumenta permanência.

  • Modelo econômico invertido: o ponto crítico revelado na etapa de desafios virou solução: criamos um sistema em que quanto mais o aluno aparece, mais benefícios recebe (descontos, recovery, vantagens e produtos). Presença vira valor, e valor vira margem.

  • Ecossistema integrado de receitas: serviços e produtos que ampliam ticket e reforçam presença (como café, coworking, recovery e marca própria), reduzindo dependência da lógica “lotar para lucrar”.

Usamos a metodologia de três etapas (Extração, Investigação e Lapidação) para transformar a Seven by Seven em uma marca com lógica própria, sustentada por estratégia, cultura e modelo.

Extração
Conduzimos um processo profundo com os fundadores para capturar o que era inegociável: repertório real de treino, acolhimento e a intenção de criar um refúgio de performance. O objetivo não era “parecer premium”, e sim sustentar uma experiência onde disciplina fosse acolhida pelo ambiente.

Investigação
A investigação trouxe à superfície o mecanismo central do setor: academias são desenhadas para lucrar com a desistência. Overselling de planos, superlotação como normalidade e uma experiência que não incentiva presença. Esse diagnóstico não apenas reforçou a necessidade de diferenciação, ele abriu espaço para a virada: e se presença fosse o motor do negócio?

Lapidação (posicionamento, sistema e expressão)
A partir disso, lapidamos uma solução em que marca e operação apontam para a mesma direção:

  • Posicionamento Único: a Seven by Seven deixa de disputar a categoria “academia premium” e passa a se definir como clube de performance consciente,a um refúgio para evoluir.

  • Mensagem Clara: presença, constância e respeito ao processo como ideia central, sem prometer atalhos nem vender hype.

  • Cultura Operacional: construção de mandamentos como regras do jogo para fundadores, equipe e alunos. Cultura vira infraestrutura (comportamento esperado, padrão de convivência e ritual diário).

  • Experiência projetada para constância: equipamentos de primeira linha (StarkStrong), horário estendido, controle de capacidade e um sistema de suporte (avaliação, nutrição, psicologia e app) que diminui fricção e aumenta permanência.

  • Modelo econômico invertido: o ponto crítico revelado na etapa de desafios virou solução: criamos um sistema em que quanto mais o aluno aparece, mais benefícios recebe (descontos, recovery, vantagens e produtos). Presença vira valor, e valor vira margem.

  • Ecossistema integrado de receitas: serviços e produtos que ampliam ticket e reforçam presença (como café, coworking, recovery e marca própria), reduzindo dependência da lógica “lotar para lucrar”.

Asset A
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Resultados
Resultados
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A Seven by Seven passou a ocupar uma categoria que redes tradicionais não dominam: não é “academia cara”, é um clube de performance com cultura e regras claras.

O impacto esperado e construído pelo sistema foi direto:

  • Diferenciação defensável: competição deixa de ser por preço, plano ou estrutura “bonita” e passa a ser por modelo e cultura (difícil de copiar).

  • Seleção natural do público: permanece quem se compromete, o que sustenta organização, respeito e prova social real.

  • Percepção de valor elevada: limites físicos e ambiente curado aumentam desejabilidade, evitando superlotação e mantendo consistência da experiência.

  • Comunidade como realidade operacional: convivência entre níveis diferentes sem intimidar, com regras que sustentam respeito e evolução.

  • Base para expansão com coerência: ecossistema de receitas e cultura estabelecida criam um caminho claro para crescer sem diluir a marca.

A Seven by Seven passou a ocupar uma categoria que redes tradicionais não dominam: não é “academia cara”, é um clube de performance com cultura e regras claras.

O impacto esperado e construído pelo sistema foi direto:

  • Diferenciação defensável: competição deixa de ser por preço, plano ou estrutura “bonita” e passa a ser por modelo e cultura (difícil de copiar).

  • Seleção natural do público: permanece quem se compromete, o que sustenta organização, respeito e prova social real.

  • Percepção de valor elevada: limites físicos e ambiente curado aumentam desejabilidade, evitando superlotação e mantendo consistência da experiência.

  • Comunidade como realidade operacional: convivência entre níveis diferentes sem intimidar, com regras que sustentam respeito e evolução.

  • Base para expansão com coerência: ecossistema de receitas e cultura estabelecida criam um caminho claro para crescer sem diluir a marca.

A Seven by Seven passou a ocupar uma categoria que redes tradicionais não dominam: não é “academia cara”, é um clube de performance com cultura e regras claras.

O impacto esperado e construído pelo sistema foi direto:

  • Diferenciação defensável: competição deixa de ser por preço, plano ou estrutura “bonita” e passa a ser por modelo e cultura (difícil de copiar).

  • Seleção natural do público: permanece quem se compromete, o que sustenta organização, respeito e prova social real.

  • Percepção de valor elevada: limites físicos e ambiente curado aumentam desejabilidade, evitando superlotação e mantendo consistência da experiência.

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  • Base para expansão com coerência: ecossistema de receitas e cultura estabelecida criam um caminho claro para crescer sem diluir a marca.

A Seven by Seven passou a ocupar uma categoria que redes tradicionais não dominam: não é “academia cara”, é um clube de performance com cultura e regras claras.

O impacto esperado e construído pelo sistema foi direto:

  • Diferenciação defensável: competição deixa de ser por preço, plano ou estrutura “bonita” e passa a ser por modelo e cultura (difícil de copiar).

  • Seleção natural do público: permanece quem se compromete, o que sustenta organização, respeito e prova social real.

  • Percepção de valor elevada: limites físicos e ambiente curado aumentam desejabilidade, evitando superlotação e mantendo consistência da experiência.

  • Comunidade como realidade operacional: convivência entre níveis diferentes sem intimidar, com regras que sustentam respeito e evolução.

  • Base para expansão com coerência: ecossistema de receitas e cultura estabelecida criam um caminho claro para crescer sem diluir a marca.

Posicionamento Único

Mensagem Clara

Comunidade Forte

ELEVE SUA MARCA AO PRÓXIMO NÍVEL

VAMOS JUNTOS MAPEAR Sua rota para o SUCESSO?

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Belo Horizonte . Minas Gerais . Brasil

2025 ©

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